Eta lugarzinho lindo!!
Ainda não fui, mas com certeza ainda vou conhecer esse lugar cheio de maravilhas naturais, quanto encanto...
Quem já foi me disse que deve levar MUITO repelente e tomar cuidado com os sapos na pousada. Mais algum conselho?
FERNANDO DE NORONHA
O arquipélago é formado por um total de 21 ilhas, rochedos e ilhotas, possui cerca de 26 Km2 de extensão. Sendo o arquipélago um dos lugares mais bonitos e preservados no Planeta, continua mantido assim desde o seu descobrimento que aconteceu no ano de 1503, pelos portugueses.
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| Praia do Cachorro - Foto: João Vianna |
Possui fantásticas praias desertas, trilhas em meio a exótica vegetação e um dos mares mais limpo do planeta, muito riquíssimo em peixes de várias cores ou multicoloridos, a visibilidade pode ultrapassar os 40 metros, não é à toa que as tarturugas-marinhas escolheram o arquipélago de Fernando de Noronha para desova e os golfinhos para o descanso e acasalamento.
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| Buraco do Galego - Foto: João Vianna |
Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Jr., em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarado Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores (Stenella longirostris), que se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos - o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta. O único núcleo de povoamento em Noronha é Vila dos Remédios, mas não é considerada capital por ser a ilha um distrito estadual. O parque nacional é hoje administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
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| Golfinho rotador - Foto: João Vianna |
Parque Nacional Marinho
O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha é uma unidade de conservação de proteção integral administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Criado em 1988, ocupa a maior parte do arquipélago e possui uma variedade de fauna e flora únicas. Ótimo local para turismo, porém, devido à fiscalização do ICMBio algumas das ilhas têm a visitação controlada.
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| Arraias Xita - Foto: João Vianna |
Problemas ecológicos
Embora protegida pela designação de parque nacional, muito do seu ecossistema terrestre está destruído. A maior parte de vegetação original foi cortada na época em que a ilha funcionava como presídio, para tornar mais difícil que prisioneiros fugissem e se escondessem.
Existe também o problema das espécies invasivas, especialmente a linhaça, originalmente introduzida com a intenção de alimentar gado, sendo que, atualmente, a sua disseminação pelo território está fora de controle, ameaçando o que resta da vegetação original. Sem a cobertura das plantas, a ilha não retém água suficiente durante a estação seca, e a vegetação adquire um tom marrom, secando como conseqüência.
Observa-se também a incoerência da permissão de criação de ovelhas na ilha, ao mesmo tempo em que se pede aos visitantes que preservem a Mata Atlântica insular, em recuperação.
Outra espécie invasiva é o lagarto localmente conhecido como teju, originalmente introduzido para tentar controlar uma infestação de ratos. A idéia não funcionou, uma vez que os ratos são noturnos e o teju diurno. Atualmente o lagarto passou a ser considerado praga em vez dos ratos.
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| Praia do Sancho - Foto: João Vianna |
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| Tartaruga de Pente - Foto: João Vianna |
OUTRAS DICAS:
Mergulho livre
O mergulho livre em Noronha é pra qualquer um em qualquer idade. A calmaria e transparência do mar permitem que todos se aventurem ao que, pra mim, é a melhor das brincadeiras de Noronha. Eu chamo de “nadar com os peixinhos”!
O oceano é um planeta a parte para os que não estão acostumados. E esse é o meu caso! Mas passe uma manhã dentro do mar de Noronha, que você vai se tornar peixe, sereia ou tubarão. Não tem como não se sentir em casa, então não deixe de curtir essa atividade.
Noite da Ilha
A noite da ilha pode ser bem divertida, mas recomendo não varar a noite, pois se arrependerá se acordar tarde no dia seguinte. Mas há a chance de se viver um belo romance de temporada, os pontos abaixo são os que valem à pena.
- Bar do Cachorro – para quem gosta de forró. O melhor dia é segunda-feira. Às 23 horas tem a apresentação do Maracatu Nação Noronha que dá um belo show de cultura pernambucana, seguido do forró que vale o swing. Sexta-feira o lugar também lota.
- Pizzaria (ao lado da igreja) – o dia quente é aos sábados com show ao vivo. Não espere comer uma boa pizza por lá. O negocio é a dança e a paquera.
- Fortinho do Boldró – as quintas feiras têm Lual com Noite do Caldinho. Ideal para casais, o lugar é belíssimo pra curtir o luar e as estrelas (se informar sobre a programação antes, pois não são todas as quintas que tem evento).
- Tom Marrom – restaurante com musica ao vivo diariamente, vale esquentar por lá e depois descer. No domingo é o programa certo. A musica é especial porque o proprietário e músico, Márcio Moreno, bota a banca em muitos artistas famosos por aí. Márcio Moreno é realmente talentoso e tem um repertório que eu jamais vi, é só pedir! A comida não fica nada atrás.
Melhor época para a visita: Entre julho e outubro o mar de dentro está calmo e a ilha oferece paisagens mais bonitas. Nos outros meses, a ilha está em época de seca e a vegetação fica “pálida”. O mar de dentro começa a ficar mais bravo e o Mar de fora tende a ficar mais calmo. Para o surf, a época de ondas é de dezembro a abril. As ondas são gigantes então se você não curte o surf, não recomendo a ilha nesta época.
Dinheiro/ Cheque/ Cartão: em Noronha tudo é caro – mas não pense que é para abusar do turista – o morador sofre com isso mais do que ninguém. Não são todos os estabelecimentos que aceitam cartão então recomendo uma quantia em espécie e cheque.
Beijocas
Deisy
Fontes:
Wikpédia,
PCSaudavel,
Ecoviagem