Páscoa em Curitiba
Passei a Páscoa em Curitiba e aproveitei para ir ao Parque Estadual de Vila Velha, que eu já havia visitado há alguns anos (diria décadas!), quando as pessoas tocavam as rochas e alguns até escreviam nela, um absurdo! Hoje está tudo muito diferente e organizado, com trilhas demarcadas com caminhos de pedras, guias treinados, sistema de leva e trás para os locais de visitação, lanchonete e lojinha de lembranças.
O Parque, que fica localizado na cidade de Ponta Grossa a 80 km de Curitiba, foi criado pelo Decreto nº 1.292 (12.10.1953) para preservar as formações areníticas e parcelas dos campos nativos do Paraná. Foi tombado em 1966, pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná e possui 3.122,11 hectares. É composto de três elementos: arenitos, furnas e lagoa dourada.
A Trilha dos Arenitos e Bosque, tem extensão de 2671 metros e permite a observação das formações rochosas areníticas, fauna e flora locais e não é guiada. A formação destes arenitos remonta há 300 milhões de anos no Período Carbonífero, quando a América do Sul ainda estava ligada à África, à Antártida, à Oceania e à Índia, formando um grande continente chamado de Gondwana.
A Trilha de Furnas, tem extensão de 500 metros, e dá acesso a Furnas 1 e Furnas 2 e não é guiada. As Furnas são depressões circulares, com diâmetro médio de 80 metros, paredes verticais atingindo profundidades de até 100 metros, com uma lâmina d´água de cerca de 50 metros.
A Trilha da Lagoa Dourada, tem extensão de 400 metros, é guiada e permite a observação da fauna aquática. A Lagoa Dourada é uma furna em estado terminal, e tem este nome porque no fim da tarde os raios solares refletem sobre o fundo de mica ou malacacheta e acabam por dourar a água.
Fui na Sexta-Feira Santa e fiquei horas no trânsito, por isso só pude visitar a trilha dos arenitos, mas para quem chega mais cedo é possível fazer a visitação nas três trilhas existentes. As formações rochosas são impressionantes, lembrando uma cidade em ruínas.
Voltando a Curitiba, ainda fui conhecer no domingo a feirinha do Largo da Ordem e o grandioso shopping Pátio Batel. Também fui na Ópera de Arame, mas infelizmente estava fechada para visitação.A noite provei a deliciosa gastronomia da cidade, fondue no Château de Gazon, bacalhau no Camponesa do Minho e cozinha eslava no Durski. Este último, de tão premiado, merecerá um post especial.
Escrito por Danieli Régis Braga
O Parque, que fica localizado na cidade de Ponta Grossa a 80 km de Curitiba, foi criado pelo Decreto nº 1.292 (12.10.1953) para preservar as formações areníticas e parcelas dos campos nativos do Paraná. Foi tombado em 1966, pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná e possui 3.122,11 hectares. É composto de três elementos: arenitos, furnas e lagoa dourada.
A Trilha dos Arenitos e Bosque, tem extensão de 2671 metros e permite a observação das formações rochosas areníticas, fauna e flora locais e não é guiada. A formação destes arenitos remonta há 300 milhões de anos no Período Carbonífero, quando a América do Sul ainda estava ligada à África, à Antártida, à Oceania e à Índia, formando um grande continente chamado de Gondwana.
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| Arenito que parece um camelo. |
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| A taça, cartão postal do Parque |
A Trilha de Furnas, tem extensão de 500 metros, e dá acesso a Furnas 1 e Furnas 2 e não é guiada. As Furnas são depressões circulares, com diâmetro médio de 80 metros, paredes verticais atingindo profundidades de até 100 metros, com uma lâmina d´água de cerca de 50 metros.
A Trilha da Lagoa Dourada, tem extensão de 400 metros, é guiada e permite a observação da fauna aquática. A Lagoa Dourada é uma furna em estado terminal, e tem este nome porque no fim da tarde os raios solares refletem sobre o fundo de mica ou malacacheta e acabam por dourar a água.
Fui na Sexta-Feira Santa e fiquei horas no trânsito, por isso só pude visitar a trilha dos arenitos, mas para quem chega mais cedo é possível fazer a visitação nas três trilhas existentes. As formações rochosas são impressionantes, lembrando uma cidade em ruínas.
Voltando a Curitiba, ainda fui conhecer no domingo a feirinha do Largo da Ordem e o grandioso shopping Pátio Batel. Também fui na Ópera de Arame, mas infelizmente estava fechada para visitação.A noite provei a deliciosa gastronomia da cidade, fondue no Château de Gazon, bacalhau no Camponesa do Minho e cozinha eslava no Durski. Este último, de tão premiado, merecerá um post especial.
Escrito por Danieli Régis Braga



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Gostei muito da postagem, Vila Velha é muito bonito realmente.
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