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13 de maio de 2015

Mapa para decorar a casa de quem adora viajar


Achei genial esse mapa!!
Ideia simples, mas super bacana: mapa raspadinha hein?
Um mapa mundi, que você pode raspar os países já visitados, legal né?
Foi criado pelo estúdio de Design Art. Lebedev de Moscou e já está na segunda edição.



O original é em russo, mas você encontra facilmente similares em inglês.
Na Amazon mesmo com a alta do dólar, ele não é caro, 10 dólares!


Conforme você vai raspando os lugares visitados, um belo colorido vai surgindo e alegrando sua parede, com muita coisa pra contar.


E o mapa fica assim, depois que conseguir rodar o mundo.


Boa sugestão de presente pro dia dos namorados. Sem nenhum interesse, claro!
"Amor, vamos dar uma raspadinha pelo mundo" Ohh que romântico!

Mas veja que meta legal pra você atingir, deixar todos os países coloridinhos.

Por enquanto acho que eu só raspo o Brasil e Paraguai.

24 de abril de 2015

O bolo rei e as Saturnálias


Um bolo me chamou atenção em Lisboa, o bolo rei, famoso na Confeitaria Nacional. E ao escrever o post sobre ela aqui fui conhecer a história dessa iguaria.
A tradição é ter na massa do bolo rei uma única fava e um brinde, em metal ou porcelana. A côdea (massa) simboliza o ouro, as frutas secas e cristalizadas a mirra e o aroma do bolo remete ao incenso. Visualmente, ele também lembra uma coroa cravejada de pedras preciosas.

Reza a lenda que quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento do Menino Deus discutiram para saber qual seria o primeiro a entregar o presente ao recém nascido.
A solução vem de um padeiro que confeccionou um bolo e misturou uma fava na massa. Quem pegasse a fava seria o primeiro a presentear o Menino Deus. Mas não se sabe quem de fato foi o primeiro a presentear, se Baltazar, Melchior ou Gaspar.
A receita do bolo rei correu o mundo, e sua fama por proporcionar prosperidade a quem comesse a fatia que continha a fava, mas esta pessoa deveria oferecer o bolo rei no ano seguinte.
Favas verdes
Favas secas






Mas lenda a parte, a história é outra.
Há mais de dois mil anos os romanos costumavam realizar no solstício de inverno, entre 17 e 25 de janeiro, uma festa em honra a Saturno, deus da agricultura, celebrando-se o período mais frio e escuro do ano e o nascimento do Sol Invictus, o fim do ano velho e início do outro, pois sendo agricultores aguardavam o momento da semeadura.
Comemorava-se com banquetes e sacrifícios, nestes dias os serviços públicos não funcionavam, os escravos ficavam livres (e por vezes trocavam de lugar com seu senhor), a bebida e os jogos de azar eram liberados a todos
Nesta época também tinha-se o costume de visitar amigos e parentes levando presentes e comumente se realizava a eleição do Rei da Festa, também chamado de Rei da Fava, pois os votos eram contados pelas favas.
Com o passar dos anos o Cristianismo tornou-se a religião oficial e os ritos pagãos foram sendo banidos do calendário romano.
Banidos não, adaptados.
O nascimento do Sol Invictos foi substituído pelo nascimento de Jesus Cristo, o costume do presente entre amigos e parentes manteve-se no dia de Natal e a festividade com banquetes e bebidas transferiu-se para o 31 de dezembro, mas perdeu o significado agrário.
E o bolo rei?
A Epifania do Senhor era comemorada doze dias depois do Natal, em 6 de janeiro, que a Igreja Católica oficializou como Dia de Reis, e daí surgiu uma tradição que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos reis entre o Natal e esta data. E na França essa celebração ganhou status com a criação do bolo rei, no tempo de Luís XIV, para as festas de Natal e Dia de Reis.
A tradição da rainha e do rei da festa foi eternizado no quadro Fest des Bohnenkönigs ( O Rei da Fava) pintado por Jacob Jordaens, 1635-1640, em exposição no Kunst Historiches Museun Wien, na Áustria.

Em outra obra, Le Gâteau des Rois pintado por Jean Baptiste GREUZE em 1774, em exposição no Musée Fabre, na França, percebe-se a mesma tradição em família.

Com a Revolução Francesa, a iguaria ficou proibida por um tempo em razão do nome, mas os padeiros continuaram a confeccioná-lo mudando o nome para gâteau des san-cullottes.
Mas com o tempo o nome retornou e os franceses ainda conservam o hábito de comer o galette des rois e ainda vive na memória a brincadeira, quem achar a fava, será rei ou rainha!
LA GALETTE DES ROIS
Si tu trouves la fève dans la galette
Tu mettras la couronne sur la tête
Si tu n'la croques pas
Si tu n'l'avales pas
Alors ce sera toi
Qui sera la reine ou le roi !
E foi da França que Baltazar Castanheiro Junior trouxe a receita e a confeccionou pela primeira vez em Lisboa, na Confeitaria Nacional, em 1870. Daí em diante todas as confeitarias e pastelarias passaram a fazer o bolo rei, mas diz-se que só a Confeitaria Nacional tem a receita original, guardada a sete chaves, há mais de 180 anos.
Mas a receita trazida para Portugal é proveniente do sul do Loire, levemente diferente da galette des rois, guardando apenas a mesma essência, uma massa em círculo com frutas cristalizadas (lembrando uma coroa), perfumada e com uma fava dentro.
Quer conhecer um pouco mais da Confeitaria Nacional? Clica aqui.

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Confeitaria Nacional de Lisboa

A Livraria mais antiga do mundo (em Lisboa)




18 de abril de 2015

Confeitaria Nacional em Lisboa



Em Lisboa um lugar bacana e cheio de história para se conhecer é a Confeitaria Nacional, na Praça da Figueira e que recentemente foi selecionada como uma das melhores e mais antigas doçarias da Europa.
Fundada em 1829 por Balthazar Roiz Castanheiro, que trouxe as receitas da doçaria conventual do Conselho de Trás os Montes, de onde era natural, fez prosperar seu comércio sendo eleito Juiz da Irmandade da Nossa Senhora da Oliveira, padroeira dos confeiteiros em Lisboa.
Seu filho Baltazar Castanheiro Junior ampliou o negócio e trouxe da França a fórmula secreta do bolo-rei, que é hoje o mais tradicional de Lisboa, embora outras doçarias a façam o da Confeitaria Nacional é única e utiliza a mesma receita de mais de 180 anos, uma receita original que é guardada a sete chaves.
Fonte: O Corvo
O sucesso tornou o lugar um ponto de encontro social e no salão de chá do andar superior reunia-se a nata lisboeta, além de artistas e políticos, para degustar a melhor oferta de quitutes, entre bolinhos de amêndoa e de ovos. O estabelecimento foi um dos primeiros a ter iluminação a gás e telefone, novidade que chamava a atenção.

Na mesma família há cinco gerações, a Confeitaria Nacional mantém a unidade decorativa e arquitetônica do prédio em que está há 180 anos, e tem-se adequado aos novos tempos, mantendo sempre a tradição e a sua própria história.

Em outubro de 1873, o Rei D. Luis I de Portugal assinou o alvará que tornou a Confeitaria Nacional fornecedora da Casa Real, condição que manteve até a implantação da República Portuguesa em 1910.

Em 1940, foi-lhe atribuído solenemente o estatuto de Casa Centenária da Associação Comercial de Lisboa, em cerimónia presidida pelo Presidente da República, Marechal Carmona.

Escolhi uma mesa próximo a janela para apreciar a linda vista da Praça da Figueira e da estátua equestre de D. João I. A arquitetura é digna de apreciação.

Para um lanche ou um café, com certeza é uma excelente opção.

E aí, quem resiste a tanta tentação?
Fonte: O Corvo

Confeitaria Nacional
Praça da Figueira, 18B, Baixa, Lisboa - Portugal

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O Bolo Rei e as Saturnálias (bolo tradicional)

A Livraria mais antiga do mundo (em Lisboa)

17 de abril de 2015

A Livraria mais antiga do mundo


Passei a Semana da Páscoa em Lisboa, e dentre tantos lugares a conhecer um estava no meu roteiro, era a LivrariaBertrand, no Chiado, fundada em 1732 e que em 2011 o Guiness World Records reconheceu como a mais antiga do mundo em funcionamento.
Nesses quase trezentos anos, foi local de tertúlia e funcionou como uma espécie de clube literário, tendo grandes expressões da língua portuguesa entre seus mais notáveis assíduos, como Alexandre Herculano, Eça de Queiros, Oliveira Martins e Antero de Quental.
Ponto de encontro da sociedade lisboeta, além de intelectuais, reuniu desde liberais e conservadores, mais tarde republicanos e democratas, até burgueses e aristocratas, entre discussões literárias e tramas políticas.
Aquilino Ribeiro, grande romancista português, foi outro dos notáveis que frequentaram a Livraria Bertrand, tendo inclusive sido criado o “Cantinho do Aquilino”, a primeira sala do lado direito, local onde hoje se faz as sessões de autógrafos.
José Fontana, um dos fundadores do Partido Socialista Português, foi um dos seus primeiros empregados e ali suicidou-se, atormentado pela tuberculose.
Fonte: restosdecolecção.blogspot.com.br
A Livraria Bertrand do Chiado fica na Rua Garret, quase em frente ao Café A Brasileira, onde se encontra a estátua de Fernando Pessoa, local bastante conhecido dos turistas.
Fonte: ondelisboa.com
Atualmente possui mais de 55 livrarias em Portugal e Espanha, e promove diferentes atividades, como leituras, sessões de autógrafo, tertúlias, exposições e lançamentos. Oferece desde bestsellers até títulos antigos e de referência, numa variedade editorial que desafia leitores de diferentes gostos e idades.

É um patrimônio em pleno coração de Lisboa, e desde 1732 já resistiu a um terremoto, a uma guerra civil, a nove reis, a um regicídio, a 16 presidentes, a 50 primeiros-ministros, a três repúblicas e a três intervenções do Fundo Monetário Internacional.
Com tantos predicados, certamente merece uma visita.

Livraria Bertrand
Rua Garrett, 73-75, Chiado, Lisboa - Portugal


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O Bolo Rei e as Saturnálias (bolo tradicional)

Confeitaria Nacional de Lisboa

1 de abril de 2015

Vila Encantada - Pomerode


Um passeio diferente e aterrorizante!
A Vila Encantada é um parque temático que fica em Pomerode. Lá você encontra piratas, insetos gigantes e o principal: dinossauros!! Em tamanho real, feitos em fibras eles encantam a criançada.











Ambientes interativos, sala de jogos, espaço com brincadeiras de água e de paleontólogo, na areia. Leve roupa extra e uma toalha de banho, e deixe as crianças aproveitar.

E quem quiser fazer um aniversário diferente, existe uma área reservada que você pode alugar.
Horário de funcionamento: quarta a sexta das 8 às 18 horas.
                                            sábado e domingo das 9 às 19 horas.

7 de agosto de 2014

Sábado no Zoológico.


Sábado estive com as crianças no Zoológico de Balneário Camboriú, o dia estava uma delícia de lindo!
Aproveitamos a praia pela manhã e a pedidos, de tarde no zôo.

Entramos e fomos direto na ala dos tigres e leões!! Amo muito!!
Os meninos impressionados com o tamanho e beleza dos animais. Mas presta atenção... nem sempre pode ser o lugar mais indicado, afinal os brutos também amam! Tem vídeo no nosso canal do YouTube.
Dá uma olhada em algumas fotos que o marido bateu.

Não é enorme, mas conhecer os animais é sempre um programa bacana pras crianças. Tem camelo, serpentes, tigres, leões, aves, pônei, cabras, cágados e jabutis e tem até museu! Tem museu arqueológico, de artesanato, pescador, oceanográfico, taxidermia e esqueletos.




E eu falando pro Dudu que era um tubarão martelo. Puf! Quem convence?? Se ele não encontrou o tal do martelo! É um tubarão de cabeça esticada e olho esbugalhado mamãe!





E eu que achei que era mais fundo aquela parte com água entre a tela e a parte onde ficam os animais? Que nada...

Me surpreendi muito nem deveria! com a estupidez humana e com o julgamento que surgiu com o caso do menino que teve o braço amputado no Paraná.



Nem queria entrar no assunto, mas observei cada coisa absurda!!! E realmente a falta de respeito com as regras, placas e observações por todo o parque me fez pensar: até que o povo tem sorte!

Desde pequenas atitudes como colocar crianças de pé na beirada do aquário e bater no vidro, bater no vidro do terrário, dar alimentos aos animais... a lista é longa!!

O tigre bastante incomodado, rugindo muito e depois andando sem parar de um lado pro outro.
E aqui do outro lado da certa, havia uns bobos da corte? um pai, uma mãe e um bebê. O pai ficava berrando: tigreeee, o tigreeeee vem cá tigreeee. Será mesmo que ele quer o tigre venha??? Vai que o bicho obedece, na dúvida sai de perto!

O cara ficou mais de 15 minutos berrando pro tigre, como se a criança que deveria ter 1 ano aproximadamente, fosse entender alguma coisa.
As pessoas não podem simplesmente ir ao zoológico ver os animais? Elas precisam mesmo encher o saco dos pobres enjaulados que não tem pra onde fugir??

Deveriam se preocupar mais em ensinar as crianças sobre os bichos do que ficar berrando e oferecendo bobagens aos bichos.
O pais tem obrigação não é opção! de educar e mostrar respeito com as regras e com os animais. E se possível ainda ensinar as crianças sobre os animais, caso não tenha nenhum conhecimento é só ler as placas.

Aproveite o passeio!!
Pra quem quiser mais informações sobre o Zôo, entra aqui no site deles.
No nosso canal do YouTube tem vídeos do tigre bem pertinho da cerca e dos leões namorando.

Beijocas!


logo   Deisy Régis Zimmermann Blogueira, designer e mãe, Modos & Moda
contato@modosemoda.com.br www.modosemoda.com.br
    

27 de julho de 2014

Festa Nacional do Colono


A Festa Nacional do Colono começou na sexta. 25/07 e vai até hoje, domingo 27/07. E claro que eu dei um pulinho lá pra ver o que tinha de bom!
Nunca tinha ido e confesso que me surpreendi muito! Já começa com a estrada, que achei que saindo da Antônio Hell, seria de chão batido até lá, mas que nada... tudo asfaltado!! E um belo asfalto!
As atrações são muito variadas:
- feirinha de artesanato
- parquinho de diversões
- acervo memorial do colono
- competição de chopp em metro e serrador de lenha
- julgamento e apresentação de animais: Nelore, Limousin, Jersey, Brahma, Holandesa
 - apresentação de estilo Wheeling Moto Show
- várias apresentações de bandas locais e nacionais como Galpão Crioulo e Victor e Leo.









Mas nós curtimos muito a apresentação do pessoal da Sam Motos, tem alguns vídeos no nosso YouTube!

Eu adorei a festa, só não curti muito ter que acompanhar o filhote na montanha russa medo... mas o que a gente não faz né?!

Tá, eu sei que é montanha russa infantil, mas eu tenho medo ué!

Beijocas

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