O outro lado da história...
Em época do politicamente correto, divido com vocês um título que é bastante interessante para esta época de intenso debate de idéias e discussões sobre os rumos que o Brasil deve adotar, assuntos que estão em toda rodinha de amigos.
Mas conversamos sobre o futuro com base no passado. E se o passado não foi bem assim como aprendemos?
O Guia Politicante Incorreto da História do Brasil, do jornalista paranaense Leandro Narloch aborda, com sua narrativa leve, aspectos da história do País que raramente são considerados nos livros oficiais.
Ele se utiliza de pesquisas recentes, que por vezes desmentem a história oficial, para demonstrar como a história pode ser deturpada por interesses diversos, entre eles o ideológico.
Pesquisas estas que ficam restritas ao mundo acadêmico mas que não são trazidas aos livros de história escolares e assim continua-se a ensinar e aprender fatos, situações e biografia de forma deturpada.
"O problema é que essa nova história demora a chegar às pessoas em geral. Os livros didáticos continuam dizendo que o verdadeiro nome de Zumbi era Francisco e que ele teve educação católica - uma ficção criada pelo político e jornalista gaúcho Décio Freitas. Ainda se aprende na escola que o Brasil praticou um genocídio no Paraguai durante uma guerra que teria sido criada pela Inglaterra. E tem muito descendente de europeu achando que é culpado pelo tráfico de escravos, apesar de a maioria de seus ancestrais ter imigrado quando a escravidão se extinguia."
Mas ainda não sabe se quer ler?
"Por isso é hora de jogar tomates na historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que vão diretamente contra ela. Só erros das vítimas e dos heróis da bondade, só virtudes dos considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata do mesmo esforço dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos."
Alguns professores não concordaram com os escritos de Leandro, dizem que ele é radical de direita e que se aproveitou de alguns detalhes para "forçar a barra". Outros dizem que ele apenas conta a verdade e que revela detalhes que fazem toda a diferença.
E aí, ficou curioso?
Mas conversamos sobre o futuro com base no passado. E se o passado não foi bem assim como aprendemos?
O Guia Politicante Incorreto da História do Brasil, do jornalista paranaense Leandro Narloch aborda, com sua narrativa leve, aspectos da história do País que raramente são considerados nos livros oficiais.
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| Editora Leya, edição ampliada |
Pesquisas estas que ficam restritas ao mundo acadêmico mas que não são trazidas aos livros de história escolares e assim continua-se a ensinar e aprender fatos, situações e biografia de forma deturpada.
"O problema é que essa nova história demora a chegar às pessoas em geral. Os livros didáticos continuam dizendo que o verdadeiro nome de Zumbi era Francisco e que ele teve educação católica - uma ficção criada pelo político e jornalista gaúcho Décio Freitas. Ainda se aprende na escola que o Brasil praticou um genocídio no Paraguai durante uma guerra que teria sido criada pela Inglaterra. E tem muito descendente de europeu achando que é culpado pelo tráfico de escravos, apesar de a maioria de seus ancestrais ter imigrado quando a escravidão se extinguia."
Mas ainda não sabe se quer ler?
"Por isso é hora de jogar tomates na historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que vão diretamente contra ela. Só erros das vítimas e dos heróis da bondade, só virtudes dos considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata do mesmo esforço dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos."
Alguns professores não concordaram com os escritos de Leandro, dizem que ele é radical de direita e que se aproveitou de alguns detalhes para "forçar a barra". Outros dizem que ele apenas conta a verdade e que revela detalhes que fazem toda a diferença.
E aí, ficou curioso?

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