Fibras Têxteis
A Indústria têxtil usa tipos diferentes de matérias-primas. Algumas delas são conhecidas e usadas desde os primórdios da civilização e continuam até hoje. Outras adquiriram, uma importância maior em nossos dias, as fibras sintéticas, por exemplo. São produzidas, testadas e usadas em larga escala.
Os fatores mais importantes que influenciam no desenvolvimento e na utilização das fibras são:
- faculdade de tornarem-se fios e tecidos;
- disponibilidade em quantidade suficiente;
- custo e economia de produção;
- possibilidade em atender às necessidades do consumidor.
- · Classificação das Fibras
- Fibras Naturais: são aquelas encontradas como tais na natureza.
- Fibras químicas: são obtidas por operações industriais de natureza química, podendo ser divididas em:
b) Químicas sintéticas: são as obtidas de polímeros sintéticos.
* Polímeros: composto formado por sucessivas aglomerações de grande número de moléculas. Ex.: o polietileno é formado pela aglomeração de centenas de milhares de moléculas de etileno.
- · Propriedades Características:
Então temos:
1 – MORFOLOGIA: aspecto ou forma que o material têxtil possui.
2 – DENSIDADE: apresenta a massa em gramas (g) por unidade de volume (cm3).
3 – FINURA: espessura ou o diâmetro da fibra. Pode ser expressa em um ( micrômetro ) ou densidade linear (g/100 000 m ou militex)
4 – COMPRIMENTO: dimensão linear da fibra, expressa geralmente em milímetro (mm) para as fibras naturais.
5 – FIABILIDADE: é a propriedade que define a capacidade da fibra ser transformada em fio.
6 – RESISTÊNCIA À RUPTURA: força que a fibra suporta até atingir a ruptura, quando aplicada no sentido longitudinal.
7 – ALONGAMENTO: aumento no sentido do comprimento, que a fibra sofre, quando submetida a um esforço longitudinal. É expressa em porcentual (%), com relação ao comprimento inicial.
8 – ELASTICIDADE: propriedade que a fibra tem de retornar à sua forma inicial, após ter sido retirada uma carga, aplicada anteriormente no sentido longitudinal.
9 – TENACIDADE DE RUPTURA: força por unidade de título, necessária para romper a fibra. É expressa em grama-força por tex (gf/tex) ou conforme o sistema Internacional de Unidade = Newton por tex (N/tex).
10 – FLEXIBILIDADE: capacidade de, com pequeno esforço, dobrar as fibras.
11 – RIGIDEZ: poder de, somente com esforços maiores, provocar uma deformação na fibra.
12 – RESILIÊNCIA: retorno ao estado inicial da fibra, após a aplicação e retirada de uma carga que causa a deformação.
É a capacidade de voltar a forma original; são mais fáceis de passar. O linho e o Rami têm baixa resiliência.
13 – HIGROSCOPICIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver e reter a umidade. LÃ: 18% ( Ex. No deserto usa-se muita lã, porque absorve melhor a umidade).
14 – REGAIN: quantidade de umidade que a fibra absorve quando totalmente seca e posteriormente colocada em um ambiente contendo umidade, é expresso em porcentagem (%), sobre o peso totalmente seco do material. Algodão : 8%
Obs: Quando se compra fio, deve-se observar a umidade dele. O correto é verificar o peso da massa seca do fio + regain de cada fibra)
A umidade aumenta a resistência da fibra. Menos do acetato (artificial), este absorve o suor, dá sensação de frescor)
15 – POROSIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver líquidos, tais como: óleo, corante, etc.
16 – Resistência à abrasão: capacidade da fibra ser desgastada ou desgastar outra quando submetidas à abrasão.
17 - CONDUTIVIDADE TÉRMICA: propriedade que a fibra tem de conduzir ou não o calor
18 – COMPORTAMENTO AO CALOR: comportamento da fibra quando submetida ao calor.
19 – TERMOPLASTICIDADE: capacidade que a fibra tem de, ao ser aquecida, tornar-se plástica, podendo ser estabilizada nessa mesma forma, mantendo-a quando resfriada.
20 – PONTO DE AMOLECIMENTO: a temperatura mínima, a partir da qual a fibra torna-se plástica.
21 – PONTO DE FUSÃO: temperatura na qual a fibra passa de estado sólido para pastoso.
22 –COMPORTAMENTO AOS ÁCIDOS: característica da fibra ser ou não atacada por ácidos.
23 – COMPORTAMENTO AOS ÁLCALIS: característica da fibra de ser ou não atacada pelos álcalis.
24 – COMPORTAMENTO AOS OXIDANTES OU REDUTORES: característica da fibra de ser ou não atacada pelos oxidantes ou redutores.
1 – MORFOLOGIA: aspecto ou forma que o material têxtil possui.
2 – DENSIDADE: apresenta a massa em gramas (g) por unidade de volume (cm3).
3 – FINURA: espessura ou o diâmetro da fibra. Pode ser expressa em um ( micrômetro ) ou densidade linear (g/100 000 m ou militex)
4 – COMPRIMENTO: dimensão linear da fibra, expressa geralmente em milímetro (mm) para as fibras naturais.
5 – FIABILIDADE: é a propriedade que define a capacidade da fibra ser transformada em fio.
6 – RESISTÊNCIA À RUPTURA: força que a fibra suporta até atingir a ruptura, quando aplicada no sentido longitudinal.
7 – ALONGAMENTO: aumento no sentido do comprimento, que a fibra sofre, quando submetida a um esforço longitudinal. É expressa em porcentual (%), com relação ao comprimento inicial.
8 – ELASTICIDADE: propriedade que a fibra tem de retornar à sua forma inicial, após ter sido retirada uma carga, aplicada anteriormente no sentido longitudinal.
9 – TENACIDADE DE RUPTURA: força por unidade de título, necessária para romper a fibra. É expressa em grama-força por tex (gf/tex) ou conforme o sistema Internacional de Unidade = Newton por tex (N/tex).
10 – FLEXIBILIDADE: capacidade de, com pequeno esforço, dobrar as fibras.
11 – RIGIDEZ: poder de, somente com esforços maiores, provocar uma deformação na fibra.
12 – RESILIÊNCIA: retorno ao estado inicial da fibra, após a aplicação e retirada de uma carga que causa a deformação.
É a capacidade de voltar a forma original; são mais fáceis de passar. O linho e o Rami têm baixa resiliência.
13 – HIGROSCOPICIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver e reter a umidade. LÃ: 18% ( Ex. No deserto usa-se muita lã, porque absorve melhor a umidade).
14 – REGAIN: quantidade de umidade que a fibra absorve quando totalmente seca e posteriormente colocada em um ambiente contendo umidade, é expresso em porcentagem (%), sobre o peso totalmente seco do material. Algodão : 8%
Obs: Quando se compra fio, deve-se observar a umidade dele. O correto é verificar o peso da massa seca do fio + regain de cada fibra)
A umidade aumenta a resistência da fibra. Menos do acetato (artificial), este absorve o suor, dá sensação de frescor)
15 – POROSIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver líquidos, tais como: óleo, corante, etc.
16 – Resistência à abrasão: capacidade da fibra ser desgastada ou desgastar outra quando submetidas à abrasão.
17 - CONDUTIVIDADE TÉRMICA: propriedade que a fibra tem de conduzir ou não o calor
18 – COMPORTAMENTO AO CALOR: comportamento da fibra quando submetida ao calor.
19 – TERMOPLASTICIDADE: capacidade que a fibra tem de, ao ser aquecida, tornar-se plástica, podendo ser estabilizada nessa mesma forma, mantendo-a quando resfriada.
20 – PONTO DE AMOLECIMENTO: a temperatura mínima, a partir da qual a fibra torna-se plástica.
21 – PONTO DE FUSÃO: temperatura na qual a fibra passa de estado sólido para pastoso.
22 –COMPORTAMENTO AOS ÁCIDOS: característica da fibra ser ou não atacada por ácidos.
23 – COMPORTAMENTO AOS ÁLCALIS: característica da fibra de ser ou não atacada pelos álcalis.
24 – COMPORTAMENTO AOS OXIDANTES OU REDUTORES: característica da fibra de ser ou não atacada pelos oxidantes ou redutores.
25 – RESISTÊNCIA AO ATAQUE DE FUNGOS E INSETOS: propriedade das fibras de serem atacadas por insetos e fungos (traças,microorganismos).
26 – RESISTÊNCIA ÀS INTEMPÉRIES: a característica de comportamento das fibras às intempéries (chuva, luz solar, ventos etc)
27 – TINGIBILIDADE: a característica que dá dimensão da capacidade da fibra de ser tingida. ( Polipropileno: não tinge
26 – RESISTÊNCIA ÀS INTEMPÉRIES: a característica de comportamento das fibras às intempéries (chuva, luz solar, ventos etc)
27 – TINGIBILIDADE: a característica que dá dimensão da capacidade da fibra de ser tingida. ( Polipropileno: não tinge















































