Mostrando postagens com marcador Estudando Moda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estudando Moda. Mostrar todas as postagens

1 de julho de 2015

Fibras Têxteis


A Indústria têxtil usa tipos diferentes de matérias-primas. Algumas delas são conhecidas e usadas desde os primórdios da civilização e continuam até hoje. Outras adquiriram, uma importância maior em nossos dias, as fibras sintéticas, por exemplo. São produzidas, testadas e usadas em larga escala.




Os fatores mais importantes que influenciam no desenvolvimento e na utilização das fibras são:

- faculdade de tornarem-se fios e tecidos;
- disponibilidade em quantidade suficiente;
- custo e economia de produção;
- possibilidade em atender às necessidades do consumidor.

  • · Classificação das Fibras
A ABNT estabelece a seguinte classificação para as fibras têxteis:

  1. Fibras Naturais: são aquelas encontradas como tais na natureza.
  2. Fibras químicas: são obtidas por operações industriais de natureza química, podendo ser divididas em:
                               a) Químicas artificiais: são as obtidas de polímeros naturais.
                               b) Químicas sintéticas: são as obtidas de polímeros sintéticos.

* Polímeros: composto formado por sucessivas aglomerações de grande número de moléculas. Ex.: o polietileno é formado pela aglomeração de centenas de milhares de moléculas de etileno.

  • · Propriedades Características: 
Cada elemento, natural ou sintético, comporta-se de forma diferente ante os fenômenos físicos ou químicos, definindo assim suas características e aplicações posteriores.

Então temos:

1 – MORFOLOGIA: aspecto ou forma que o material têxtil possui.

2 – DENSIDADE: apresenta a massa em gramas (g) por unidade de volume (cm3).

3 – FINURA: espessura ou o diâmetro da fibra. Pode ser expressa em um ( micrômetro ) ou densidade linear (g/100 000 m ou militex)

4 – COMPRIMENTO: dimensão linear da fibra, expressa geralmente em milímetro (mm) para as fibras naturais.

5 – FIABILIDADE: é a propriedade que define a capacidade da fibra ser transformada em fio.

6 – RESISTÊNCIA À RUPTURA: força que a fibra suporta até atingir a ruptura, quando aplicada no sentido longitudinal.

7 – ALONGAMENTO: aumento no sentido do comprimento, que a fibra sofre, quando submetida a um esforço longitudinal. É expressa em porcentual (%), com relação ao comprimento inicial.

8 – ELASTICIDADE: propriedade que a fibra tem de retornar à sua forma inicial, após ter sido retirada uma carga, aplicada anteriormente no sentido longitudinal.

9 – TENACIDADE DE RUPTURA: força por unidade de título, necessária para romper a fibra. É expressa em grama-força por tex (gf/tex) ou conforme o sistema Internacional de Unidade = Newton por tex (N/tex).

10 – FLEXIBILIDADE: capacidade de, com pequeno esforço, dobrar as fibras.

11 – RIGIDEZ: poder de, somente com esforços maiores, provocar uma deformação na fibra.

12 – RESILIÊNCIA: retorno ao estado inicial da fibra, após a aplicação e retirada de uma carga que causa a deformação.

É a capacidade de voltar a forma original; são mais fáceis de passar. O linho e o Rami têm baixa resiliência.

13 – HIGROSCOPICIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver e reter a umidade. LÃ: 18% ( Ex. No deserto usa-se muita lã, porque absorve melhor a umidade).

14 – REGAIN: quantidade de umidade que a fibra absorve quando totalmente seca e posteriormente colocada em um ambiente contendo umidade, é expresso em porcentagem (%), sobre o peso totalmente seco do material. Algodão : 8%
Obs: Quando se compra fio, deve-se observar a umidade dele. O correto é verificar o peso da massa seca do fio + regain de cada fibra)
A umidade aumenta a resistência da fibra. Menos do acetato (artificial), este absorve o suor, dá sensação de frescor)

15 – POROSIDADE: capacidade que a fibra têm de absorver líquidos, tais como: óleo, corante, etc.

16 – Resistência à abrasão: capacidade da fibra ser desgastada ou desgastar outra quando submetidas à abrasão.

17 - CONDUTIVIDADE TÉRMICA: propriedade que a fibra tem de conduzir ou não o calor

18 – COMPORTAMENTO AO CALOR: comportamento da fibra quando submetida ao calor.

19 – TERMOPLASTICIDADE: capacidade que a fibra tem de, ao ser aquecida, tornar-se plástica, podendo ser estabilizada nessa mesma forma, mantendo-a quando resfriada.

20 – PONTO DE AMOLECIMENTO: a temperatura mínima, a partir da qual a fibra torna-se plástica.

21 – PONTO DE FUSÃO: temperatura na qual a fibra passa de estado sólido para pastoso.

22 –COMPORTAMENTO AOS ÁCIDOS: característica da fibra ser ou não atacada por ácidos.

23 – COMPORTAMENTO AOS ÁLCALIS: característica da fibra de ser ou não atacada pelos álcalis.

24 – COMPORTAMENTO AOS OXIDANTES OU REDUTORES: característica da fibra de ser ou não atacada pelos oxidantes ou redutores.
25 – RESISTÊNCIA AO ATAQUE DE FUNGOS E INSETOS: propriedade das fibras de serem atacadas por insetos e fungos (traças,microorganismos).

26 – RESISTÊNCIA ÀS INTEMPÉRIES: a característica de comportamento das fibras às intempéries (chuva, luz solar, ventos etc)

27 – TINGIBILIDADE: a característica que dá dimensão da capacidade da fibra de ser tingida. ( Polipropileno: não tinge

23 de junho de 2015

New for Now - a origem das revistas de moda


Vai para Amsterdã?

Então não perca essa exposição maravilhosa, New for Now - The Origin of Fashion Magazines, que faz a retrospectiva do trajes e da moda, em mais de 300 ilustrações que podem ser vistas até 27 de setembro de 2015, no Rijksmuseum.

São desenhos primorosamente coloridos que retratam a moda do início do século VII até a metade do século XX, possibilitando ver a mudança ocorrida nos trajes masculinos e femininos.
Magasin des Modes Nouvelles Françaises et Anglaises, 1789
Le Coquet, Garnitures de la Maison, 1898
Estas ilustrações são consideradas as precursoras das atuais revistas da moda, pois na época em que não havia fotografia a moda era vista e divulgadas através destes desenhos incríveis, com o detalhamento completo do traje.
La Mode, 1830


Art - Goût - Beauté, 1932
Os editores de ilustrações de moda fizeram de tudo para tornar o seu produto o mais atraente possível. Contrataram ilustradores qualificados, alguns dos quais vieram a tornar-se especialistas na área, verdadeiros ilustradores de moda. 
O truque era retratar os modelos nas ilustrações o mais habilmente possível demonstrando bastante elegância. Posteriormente o colorista adicionada à mão as cores a cada imagem.

Le Journal des Dames e Demoiselles, 1859


Doeuillet, Gazette du Bon Ton, 1920
New for Now: The Origin of Fashion Magazines apresenta desenhos do designer de moda Paul Poiret, entre outros. O seu statement Fashion is Art marcou o início de uma nova era. Paul Poiret apresentou as suas criações em duas séries de ilustrações de cores brilhantes, que serviram de inspiração a várias revistas de moda.
Paul Poiret, Très Parisien, 1923


Paul Poiret, Gazette du Bon Ton, 1920

A mostra foi concebida pelo designer Christian Borstlap, em colaboração com os ilustradores de moda Piet Paris e Quentin Jones.


Fonte para texto e imagens:
Rijksmuseum
Thisisdutchfashion

22 de junho de 2015

Eu, estilista


A novidade que promete deixar muita gente louca é essa: Eu estilista.
Não... não estou falando de mim, eu sou designer! 
Mas a Abrakidabra lançou essa fofuraaaa pra gente colecionar.



O que tem: um manequim, uma caixa de costura e 24 kits de costurinha.
Os kits de costura acompanham peça de tecido e modelagem em papel.
Gente quanta fofuraaa!!
E olha, para quem está estudando moda, é uma mão na roda hein?


Manequim R$ 49,90


Caixa de Costura R$ 49,90


Kit de costura R$ 29,90 cada

Os kits nem faço questão, prefiro fazer os modelos por conta própria, mas aquele manequim tá fofo demais!!

Os produtos podem ser adquiridos no site da Abrakidabra.

18 de junho de 2015

Savile Row a meca da alfaiataria


Um dos endereços mais tradicionais de Londres é a Savile Row, situada em Mayfair e paralela a Regent’s Street, remonta ao século XVIII como a meca da alfaiataria.

Nesta rua estão algumas das grifes masculinas mais tradicionais e caras do mundo.

Desde a realeza britânica, personagens históricos como Winston Churchill, Lord Neslon e Napoleão Bonaparte, e fictícios como James Bond, Saville Row é o destino certo de um terno bem cortado, exclusivo e de bom caimento.

A rua é curta e vamos falar aqui somente das casas mais tradicionais, e se antigamente todos eram por encomenda vale lembrar que nos tempos modernos é possível compra-los prontos. Mas o charme reside em encomendar...

Na casa número um está a Gieves & Hawkes, fundada em 1771 por Hawkes, provedor do Exército Britânico e Gieves, desde 1784, da Real Marinha Britânica. As empresas fundiram-se em 1974, dando nome a casa e hoje pertence a Hong Kong Trinity Ltda. Esta é fornecedora oficial dos uniformes do Exército e Marinha Britânicas. Também tem autorização real para vestir a Rainha, o Duque de Edimburgo e o Príncipe de Gales. O Príncipe Willian vestia um uniforme real feito pela Gieves & Hawkes em seu casamento.
Gieves & Hawkes, vista geral

O número 11 abriga a H. Huntsman & Sons, fundada em 1849, conhecida pelo corte de suas roupas cuja origem remonta os trajes de equitação e roupa desportiva. Seus fieis clientes reais a Rainha Victoria e o Príncipe Albert, levam o traje britânico para as casas reais europeias através de suas netas que reinaram na Espanha, Romênia, Grécia Noruega e a Imperatriz da Rússia.
H. Huntsman & Sons, vista geral
Outros de seus clientes foram os Reis Eduardo VII e Jorge V da Inglaterra, Lord Mountbatten, Rudolf Valentino, Winston Churchill, Humphrey Bogart, o Marajá de Jaipur entre outros.
H. Huntsman & Sons
A Bernard Weatherill, na casa 5, foi fundada em 1910. Em 1920 recebeu autorização real do Rei George V como abastecedor real de roupas de montaria e librés para serviçais. Mantém a tradição countryside, estilo dos milionários que vivem no campo.
Bernard Weatherill, vista geral
Hardy Amies, começou como estilista em 1934, ocupou a inteligência britânica na guerra e em 1946 fundou Hardy Amies, que está atualmente na casa número 8. Na década de 50 desenhou alguns modelos para a Rainha Elisabeth II e em 1955 foi nomeado fabricante de vestido real, cargo que ocupou até 1955. Paralelo a este trabalho também foi alfaiate dos mais respeitados e criou ternos com cortes retos.
Hardy Amies, vista geral
Rainha Elizabeth II, vestida por Hardy Amies, em 1968

David Ganndy veste smoking Hardy Amies, 2014
Henry Poole & Co, na casa número 15 , foi fundada em 1806 e reza a lenda que o smoking surgiu quando, em 1860, o Príncipe de Gales encomendou na loja um paletó curto, para usar em jantares mais informais em uma de suas residências campestres. A idéia foi rapidamente copiada por outras pessoas, popularizando o traje que é o mais conhecido em elegância clássica masculina.
Henry Poole & Co, vista geral
A Kilgour, fundada em 1882, ocupa a casa de número 8, e está em constante evolução, mantendo a tradição alinhada a inovação. É a favorita dos elegantes mais modernos e tem decoração de Phillippe Starck. Vestiu Cary Grant, Fred Aistare e atualmente veste Jude Law, Daniel Craig, Karl Lagerfeld, David Adjaye e Peter Saville.
Kilgour, vista geral
James Bond, 2005 (ator Daniel Craig veste Kilgour)

A Norton & Sons, fundada em 1821, e nestes anos vestiu as casas reais da Áustria, Bélgica, Dinamarca, Itália, Prússia, Espanha, Portugal e Reino Unido, e três presidentes americanos. O Rei Edward VII e Winston Churchill também foram seus clientes. Lord Carnavon usava um Nortons quando abriu o túmulo de Tutancamon no Egito, em 1919.
Atelier da Norton & Sons

Patrick Grant, o alfaiate designer da Norton & Sons
Embora não esteja em Savile Row desde 2005, mas numa rua paralela, a Old Burlington Street, é impossível não falar da Anderson & Sheppard, fundada em 1906. Entre seus clientes mais famosos estão Charles Chaplin e Marlene Dietrich, além do Príncipe de Gales.
Anderson & Sheppard, vista do ateliê
O Príncipe de Gales visita a sala de costura da Anderson & Sheppard
Charles Chaplin veste Anderson & Sheppard
Atradição é tão forte nesta que foi criada a Savile Row Bespoke, que é a associação das casas que utilizam a técnica artesanal para fazer o terno, que envolve a medida individual do cliente, escolha do tecido, tecidos exclusivos fabricados artesanalmente e por fim, o terno deve ser cortado e costurado à mão, afastando a possibilidade de um produto manufaturado.

Então, vale a visita?


Fontes para texto e imagens:
Gieves & Hawkes
GQ Magazine
H. Huntsman & Sons
Hardy Amies
Henry Poole & Co
Kilgour
Veja

16 de maio de 2015

O prazer e a dor dos sapatos em 2.000 anos de história



Preparem as malas e voem para Londres!! Ô tristeza!

Terá uma exposição fantástica no Victoria & Albert Museum sobre sapatos, chamada: “Shoes: Pleasure and Pain”.
O acervo que ocupa dois andares do museu e conta com mais de 200 pares históricos e contemporâneo do mundo, abrangendo mais de 2.000 anos de história!!

Alguns nunca apresentados ao público antes.
Será divido em três: transformação, status e sedução.

Beleza, obsessão, dor e prazer: um mix de sensações que podemos sentir ao visitar a exposição.

Um pouco do que você poderá ver:

- sapatos que foram utilizados para impedir o crescimento dos pés,
- sandália decorada com folhas de ouro da época do Egito antigo
- futuristas usando a impressão 3D
- pares usados por pessoas famosas como: Marilyn Monroe, Sarah Jessica Parker, Daphne Guinness e até a Rainha Victoria
- marcas como Prada, Louboutin, Manolo Blahnik e Jimmy Choo.

As portas estarão abertas a partir do dia 13 de junho de 2015 e ficam até 31 de janeiro de 2016.

“Os sapatos são um dos aspectos mais reveladores no vestir. Bonitos, objetos esculturais, eles também são indicadores poderosos de gênero, status, identidade, gosto e preferência sexual. Nossa escolha de sapatos pode ajudar a projetar uma imagem de quem queremos ser”, Helen Persson.








A exposição deverá ainda será exibida também na Galeria de Arte Bendigo (março a maio de 2016), e no Centro de Ciências e Museu Queensland (junho a outubro de 2016), na Austrália; no Museu Peabody Essex (novembro de 2016 a fevereiro de 2017) e na Universidade de Arte e Design Savannah (março a junho de 2017), nos Estados Unidos.

15 de maio de 2015

Um jeans personalizado


Esqueça as calças iguais com o mesmo corte e detalhes, o velho e bom jeans está se tornando personalizado se você puder pagar um pouco mais de mil dólares por isso.

Em Manhattan, no Soho, já é possível realizar esse desejo na 3x1, uma loja que tem como objetivo fabricar artesanalmente o jeans escolhido pelo comprador.
O nome por trás desta empreitada é Scott Morrison, fundador da Paper Denim & Cloth e a Earnest Sewn, duas famosas marcas americanas que sonhou mais alto e montou em NY o primeiro ateliê de fabricação personalizada de jeans.

As calças são criadas na própria loja, personalizadas, e o cliente pode escolher entre os três tipos de serviço oferecido: Limited Edition (edição limitada), Custom Made (customizado) e Bespoke (feito por encomenda).
E o mais interessante é que você pode acompanhar a fabricação do jeans através de uma grande vidraça que há no ateliê.

As calças Limited Edition, são aquelas em estoque na loja, mas que foram produzidas em pequena quantidade, cada modelo já pronto tem entre oito e 24 unidades e o cliente, os botões, comprimento de barra e rebites.
Para as Custom Made o cliente define um corte que a loja já produz, e escolhe o tecido, formato dos bolsos, acabamento, botões, comprimento de barra e rebites.
E o Bespoke é o serviço total personalizado, com jeans executado sob medida para o cliente que escolherá corte, acabamento e acessórios. É como encomendar qualquer outra roupa sob medida, o cliente tira medidas, o modelo é desenhado, o tecido cortado em pedaços e a calça costurada.

Mas você também pode comprar as calças da 3x1, modelo Limited Edition, em lojas varejistas de luxo como a Barneys, Berdor Goodman, Intermix entre outras, muito embora a sensação seja realmente uma calça sob medida.

Os clientes são em grande parte homens, mas as mulheres tem mostrado interesse em ter seus próprios jeans artesanais e exclusivos.
Morrison atribui ao sucesso o fato de usar os melhores tecidos e linha de costura, as máquinas possuem uma só agulha, enquanto que na fabricação de massa as maquinas possuem duas agulhas.
Para homens são 80 opções de tecidos e para mulheres 65 variedades.

O nome 3x1 veio da maneira com que os fios são tecidos para criar o denim, chamado 3x1 Right Hand Twill, que é o que faz o tecido ter as linhas em diagonal.
Jessica Alba
E cabe dizer ainda que a loja não vende só calças, mas lã você ainda encontra bermuda, shorts, macacão, blusas e camisas, tudo de jeans.

O brim pode ser mais complicado que outros tecidos. Com peso que varia de 145 gramas a quase um quilo por metro é um pano que continua a evoluir muito depois de costurado.

Para Scott Morrison o corte é importante mas o tecido em si é fundamental e na sua loja existem tecidos tão finos quanto o de uma camisa oxford e outros tão grossos quanto um tapete.
Sarah Jessica Parker
O tecido preferido do designer é aquele conhecido como selvedge, azul escuro, criado usando um fio transversal continuo feito em teares de lançadeira, que atualmente é feito em grande parte no Japão.
Kendall Jenner
Então, já pensou em escolher o seu quando estiver na Big Apple?


Fontes: 3x1, Cool Hunting, Denim Freaks, Grandpastyle, Observer, The Wall Street Journal

25 de setembro de 2014

Livros de Moda de graça.


O Museu Metropolitano de Arte de Nova Iorque disponibilizou gratuitamente, para download em pdf, dez livros sobre Moda.

é uma ótima oportunidade para ampliar seus conhecimentos na área. Livros com temas diferentes que abordam diferentes questões e áreas da moda, dá uma olhada:

"Christian Dior" de Richard Martin e Harold Koda

"La Belle Époque" de Julian, Philippe e Diana Vreeland

"Madame Grès" de Richard Martin e Harold Koda

"Metropolitan Jewelry" de Sophie McConnell

"Bare Witness" de Richard Martin e Harold Koda

"Haute Couture" de Richard Martin e Harold Koda

"Wordrobe" de Richard Martin


"Orientalism: Visions of the East in Western Dress" de Richard Martin e Harold Koda

"American Ingenuity: Sportswear" de Richard Martin

Bom, nem preciso dizer que os livros não são em português né?
Aproveitem! E qualquer dúvida, a matéria e os links são da revista Vogue Portugal.
Beijos

Curtir

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Top 5 da semana!

Seguidores

Tecnologia do Blogger.