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9 de julho de 2015

Festival Gastronômico no Vale do Itajaí


Santa Catarina promove uma orgia gastronômica, para encher olhos e boca neste fim de semana.
São opções para todos os bolsos e para todos os gostos, em 4 cidades diferentes.

BALNEÁRIO CAMBORIÚ


Como já havíamos dito aqui, o 6º Balneário Saboroso, ocorre entre 9 a 26 de julho, nos restaurantes participantes e propõe que você possa experimentar pratos de todos os inscritos pelo módico preço de R$ 39,90 (entrada, prato principal e sobremesa).
Também haverá programação paralela com palestras e aula-show, com destaque para Manu Buffara e Henrique Fogaça.




POMERODE

O 11º Festival Gastronômico de Pomerode, vai de 8 a 19 de julho, no Parque Municipal de Eventos de Pomerode, com entrada gratuita.
No local, além de gastronomia, ainda tem feira de artesanato, apresentações folclóricas e musicais, aulas de harmonização com vinho, venda de pães e cucas, chocolates finos e biscoitos.



RIO DO SUL

o 1º Festival de Botecos de Rio do Sul, de 9 a 11 de julho, ocorrerá no Centro de Eventos Hermann Purnhagen.
Além dos tradicionais lanches de boteco, há ainda a opções veganas e orgânicas, acompanhado de cervejas artesanais.

BLUMENAU

Em Blumenau são dois eventos: a 22ª FESTITÁLIA, que acontece de 10 a 19 de julho, no Parque Villa Germânica.
Os pratos típicos da cozinha italiana e o vinho são os destaques, juntamente com as apresentações musicais e os grupos de dança folclórica.

O Food, Music n'Fun - Especial do Park Europeu, será nos dias 11 e 12 de julho no Estacionamento Superior do Shopping Park Europeu, em Blumenau, com entrada franca.
Além dos food trucks, haverá bandas, pista de skate, vôo de balão, parede de escalada, espaço kids entre outros entretenimentos.
Programação não falta neste e no próximo fim de semana.

Agende-se e curta a boa gastronomia, cultura e entretenimento que o Vale Europeu tem a oferecer.

16 de junho de 2015

Chef Henrique Fogaça no Balneário Saboroso





Para quem adora uma boa gastronomia, vale e muito dar uma olhada na programação do 6º Festival Gastronômico de Balneário Camboriú que acontece entre os dias 9 e 26 de julho.

A cidade que já é referência nesta área, pois há uma excelente concentração de restaurantes, bistrots, pubs e barzinhos, propõe que você possa experimentar pratos de todos os inscritos pelo módico preço de R$ 39,90 (entrada, prato principal e sobremesa).

A iniciativa é do Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau e são mais de trinta estabelecimentos participantes.


Quer um presente?

Ao chegar ao estabelecimento solicite o Menu do Festival e peça o prato do Balneário Saboroso e ganhe seu cartão. Ao completar três selos de pratos diferentes troque pelo seu copo em qualquer restaurante participante.

Mas não é só para degustar não, também há uma programação especial para aqueles que amam meter a mão na massa.

Em parceria com a UNIVALI, serão ministradas aulas show e palestras com a Chef Manu Buffara, Fernando Volkmann (Das Bier Cervejaria), Chef pâtisserie Paulo Trevisani e a Chef Bárbara Trevisani, Sérgio Luiz Correa (Via Trade Consultoria), Chef Leno Dürrewald (Styllus Buffet), Sommelier Tony Radeke (Decanter BC) e Chef Henrique Fogaça.


Acesse aqui para saber quais os restaurantes irão participar e onde e como assistir as palestras e aulas show.

Então, vai ficar fora dessa?

14 de junho de 2015

Receita de domingo: Cocada delicada




Ingredientes:
1/2 lata de leite em pó (200g)
2 1/2 xícara de açúcar
100 ml de água
100g de coco fresco ralado ou coco seco ralado


Modo de preparo:
Em uma panela, junte o açúcar e a água e deixe levantar fervura. Desligue o fogo e reserve.
Em outro recipiente, misture o leite em pó e o coco fresco ralado. Acrescente a calda de açúcar aos poucos e mexa até que ela se incorpore à mistura do leite em pó. Deixe esfriar.
Misture a massa com as mãos até dar liga. Coloque em um refratário de 18 x 18 cm e alise a superfície com a ajuda de uma espátula. Cubra com um filme plástico e leve à geladeira por pelo menos 3 horas.
Corte em pedaços e sirva.
Rende aproximadamente 25 porções.

9 de junho de 2015

O Convento que virou hotel - Cartagena de Índias


Se você vai a Cartagena de Índias, na Colômbia, e não puder se hospedar no Sofitel Legend Santa Clara Cartagena, vá ao menos para conhecer essa maravilha arquitetônica e saborear um brunch, almoço ou jantar em um de seus bares e restaurantes, vale a pena pois tudo é um deleite para os olhos.



O Convento de Santa Clara, construído entre 1617 e 1621 e em 1995 foi convertido em hotel, tendo-se restaurado todo o inventário, desde pinturas, cerâmicas e móveis, além dos jardins internos maravilhosos que hoje formam parte da decoração deste luxuoso hotel. 



O confessionário ainda está lá!

O hotel mistura o glamour heritage com os confortos modernos e o charme da rede francesa. São 123 quartos amplos e confortáveis, muitos com vista para as muralhas da antiga Cartagena e para o mar.

E se tiver bala na agulha, hospede-se na suíte Fernando Botero Presidential, um espaço de 143 m², com design pensado por Lina Botero, sua filha. A paleta de cores combina os tons trigo e aveia, que evocam as obras do Mestre no seu período inicial. Os elementos decorativos são naturais, como o linho, madeira, fibras vegetais, algodão, juta e sisal, feitos artesanalmente na Colômbia. As cortinas foram tecidas em teares manuais, os pisos são de madeira com acabamento rústico e os banheiros são de mármore branco de Carrara.
A maior homenagem ao pai, fica por conta de dois grandes quadros de Botero que adornam a sala principal da suíte.

Esta suíte que elevou o Sofitel Santa Clara a categoria Legend, da rede Accord de hotéis, e além deste há somente mais cinco assim nomeados, e que levam o título por estarem localizados em construções emblemáticas nas cidades de Amsterdã (Holanda), Luxor e Assuã (Egito), Fez (Marrocos) e Hanói (Vietnã).
Se não puder se hospedar, você pode fazer uma refeição: são dois restaurantes, El Claustro e 1621 e dois bares, El Coro Lounge Bar e Pool Bar.



Entre os restaurantes 1621 e o El Claustro, há um pátio interno com um poço em destaque e uma escultura de Fernando Botero, cercado por um jardim tropical com muitos pássaros, entre eles um simpático tucano, e mesinhas dispostas para que você possa fazer seu brunch ou almoçar por ali mesmo. 

O 1621, é um restaurante cujo nome homenageia o ano de fundação do convento, e você pode jantar no mesmo local onde as freiras clarissas saboreavam suas refeições. E para acompanhar seu jantar há diversas opções para escolher na adega, que fica ali a vista, entre as caves de pedra onde as madres superioras se escondiam pra tomar conta das noviças sem serem vistas. A proposta gastronômica envolve cozinha mediterrânea com toques americanos.


O El Claustro fica exatamente onde foi a cozinha e a padaria do Convento, e tem uma atmosfera acolhedora e oferece um tradicional serviço gourmet de brasserie, almoço no estilo buffet ou a la carte, pratos franceses e caribenhos.



Aberto da manhã a noite, mesmo você não sendo hospede para tomar seu café da manhã ou almoçar, e se escolher ficar no pátio, lembre-se que almoçar num pátio do século XXVII não é um programa que se possa dispensar.


O El Lounge Bar el Coro fica exatamente no lugar onde as clarissas entoavam seus cantos celestiais, no coro da capela do convento. No bar os coquetéis são a sensação, com uma seleção de clássicos, únicos e personalizados com infusões, fogo, sabores exóticos, herbais e tropicais que celebram a historia do hotel e posicionam Cartagena no mapa da Mixologia.

O Pool Bar fica na piscina, que aliás é maravilhosa! Aberta somente para hospedes serve para refrescar quando a temperatura está a beira do insuportável. Cartagena é muito quente, e se você não estiver na sombra, no mar ou na piscina, tenha certeza que estará suando litros.

Mas o Sofitel Santa Clara conta ainda com So Spa, com oito salas, academia, salão para chá e solários espalhados por 800m², ele mistura técnicas tradicionais do Caribe e da França a serviço da beleza, ah, e tudo com produtos da Sisley Paris.



Vale lembrar ainda que o World Travel Awards premiou a Fernando Botero Presidential Suite com o título de South America's Leading Hotel Suite em 2014.
Então, ficou com vontade de conhecer e se hospedar?
E se você já foi, conte aqui sua experiência.

Fonte para texto e imagens:
Acoors Hotels
El Sol - Cartagena de Índias
Visa Luxury Hotel Colletcion
World Travel Awards

Conheça um pouco mais de Cartagena aqui:

http://www.modosemoda.com.br/2015/06/palacio-de-la-inquisicion-cartagena-de.html

7 de junho de 2015

Receita de domingo: Lombo enrolado




Ingredientes:
1 lombo de porco de 1,5 kg
1/2 cebola picada
2 dentes de alho amassado
sal e pimenta do reino a gosto
vinagre
1 folha de louro
2 cenouras cortadas em tirinhas
200g de queijo mussarela em fatias
3 colheres sopa de óleo

Modo de fazer:
Lave e enxugue bem o lombo. Coloque-o sobre a tábua e bata bem até ficar como um bife grande e fino. Coloque o lombo numa tigela, junte a cebola, o alho, sal, pimenta-do-reino, vinagre e o louro e deixe descansar por 2 horas. Escorra a carne (reserve a vinha d'alhos) e coloque-a aberta sobre a tábua.
Arrume a cenoura, cubra o queijo e enrole, formando um rocambole. Amarre com um barbante. Coloque numa assadeira e regue com o óleo. Leve ao forno médio (180º), pré-aquecido, e asse por 1:30 hs.
Retire o babante e corte o lombo em fatias.
Sirva com arroz branco, tutu de feijão e salada.

Bom apetite!!

1 de junho de 2015

Flor de Coimbra, a adega mais antiga do Rio de Janeiro


Saindo dos Arcos da Lapa em direção a Escadaria Selarón você encontra no meio do caminho a Adega Flor de Coimbra.



Aberto em 1938, o estabelecimento começou como uma mercearia portuguesa e hoje é um dos mais tradicionais restaurantes da cidade, tendo sido tombado pela Prefeitura como Patrimônio Cultural.


Intitulada como a mais antiga adega do Rio de Janeiro, conserva ainda a característica inicial, decorada com azulejos, lenços portugueses, o tradicional São Jorge, um painel de Nilton Bravo, várias pinturas da Lapa e da Praça XV retratando a evolução arquitetônica da cidade e quadros de Jorge Selarón.


O tradicional lenço português e a imagem de São Jorge
O humor fica por conta de um cartaz proibindo beijos ousados e o aviso data da fundação do bar, embora tenha mudado com o passar dos anos.

O local é pequeno, com umas 10 mesas embaixo e seis no mezanino, a atração são os bolinhos de bacalhau, a limonada e os vinhos. As sobremesas são os típicos doces portugueses como pastel de Coimbra e de Belém, toucinho do céu e barriguinha de freira.

Mas o cardápio é bem atrativo, tanto no preço como na variedade de pratos portugueses, com muito bacalhau, feijoada de feijão-manteiga e cabrito. Para beber além dos vinhos tem cerveja, drinques diversos e a tradicional caipirinha.


O ambiente é todo decorado, paredes, tetos, estantes e balcões.
Antes de sua inauguração foi residência do pintor brasileiro de maior projeção internacional, Cândido Portinari, conforme descreve a placa na fachada do edifício.
Foto da fachada, está meio apagadinha...
Passei lá pouco antes do almoço, mas provei o bolinho de bacalhau, que vem em forma de charuto, do mesmo jeito que comi em Lisboa, mas diferente de Santa Catarina, que vem em forma de bolinha mesmo. O sabor é maravilhoso!

E o bacana é que os garçons estão vestidos com as cores de Portugal. Se for almoçar vá cedo, pois o espaço enche muito rápido.

Adega Flor de Coimbra
Rua Teotônio Regadas, 34, Lapa, Rio de Janeiro - RJ


Fonte para texto e imagens
Adega Flor de Coimbra
O Globo


Para ver outras postagens sobre o Rio de Janeiro
Uma Real visita literária (sobre o Real Gabinete Português de Leitura)



31 de maio de 2015

Receita de domingo: Frango ensopado na cerveja




Ingredientes:
1 frango inteiro sem pele (1,5kg)
2 colheres sopa de manteiga
4 cebolas pequenas picadas
2 tabletes de caldo de galinha
1 lata de cerveja
meio maço de salsa picada
1 caixa de creme de leite

Modo de fazer:

Limpe o frango e corte-o em oito pedaços. Em uma panela, doure-os bem na manteiga, junte a cebola e deixe refogar.
Adicione o caldo de galinha dissolvido em meia xícara chá de água fervente.
Quando começar a ferver, despeje a cerveja e acrescente a salsa. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por 45 minutos ou até que o frango esteja macio.
Retire do fogo, junte o creme de leite e misture bem.
Rende aproximadamente 6 porções.

Bom apetite!

24 de maio de 2015

Receita de domingo: Filés de frango à rolê


Filés de frango à rolê


Ingredientes:
4 colheres sopa de maionese
sal e pimenta-do-reino a gosto
4 filés de frango
4 fatias de presunto
2 colheres sopa de óleo

Modo de fazer:

Em uma tigela coloque a maionese e tempere com sal e a pimenta-do-reino, misture bem e reserve.
Laves os filés e seque-os com guardanapo. Depois besunte um dos lados com a maioneses temperada.
Coloque sobre o lado besuntado  de cada fatia de presunto, enrole e prenda com palitos. Aqueça o óleo numa frigideira  e frite os rolês de frango até que estejam dourados.
Coloque sobre papel toalha para eliminar o excesso de gordura.
Sirva com salada.

Bom apetite!!

24 de abril de 2015

O bolo rei e as Saturnálias


Um bolo me chamou atenção em Lisboa, o bolo rei, famoso na Confeitaria Nacional. E ao escrever o post sobre ela aqui fui conhecer a história dessa iguaria.
A tradição é ter na massa do bolo rei uma única fava e um brinde, em metal ou porcelana. A côdea (massa) simboliza o ouro, as frutas secas e cristalizadas a mirra e o aroma do bolo remete ao incenso. Visualmente, ele também lembra uma coroa cravejada de pedras preciosas.

Reza a lenda que quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento do Menino Deus discutiram para saber qual seria o primeiro a entregar o presente ao recém nascido.
A solução vem de um padeiro que confeccionou um bolo e misturou uma fava na massa. Quem pegasse a fava seria o primeiro a presentear o Menino Deus. Mas não se sabe quem de fato foi o primeiro a presentear, se Baltazar, Melchior ou Gaspar.
A receita do bolo rei correu o mundo, e sua fama por proporcionar prosperidade a quem comesse a fatia que continha a fava, mas esta pessoa deveria oferecer o bolo rei no ano seguinte.
Favas verdes
Favas secas






Mas lenda a parte, a história é outra.
Há mais de dois mil anos os romanos costumavam realizar no solstício de inverno, entre 17 e 25 de janeiro, uma festa em honra a Saturno, deus da agricultura, celebrando-se o período mais frio e escuro do ano e o nascimento do Sol Invictus, o fim do ano velho e início do outro, pois sendo agricultores aguardavam o momento da semeadura.
Comemorava-se com banquetes e sacrifícios, nestes dias os serviços públicos não funcionavam, os escravos ficavam livres (e por vezes trocavam de lugar com seu senhor), a bebida e os jogos de azar eram liberados a todos
Nesta época também tinha-se o costume de visitar amigos e parentes levando presentes e comumente se realizava a eleição do Rei da Festa, também chamado de Rei da Fava, pois os votos eram contados pelas favas.
Com o passar dos anos o Cristianismo tornou-se a religião oficial e os ritos pagãos foram sendo banidos do calendário romano.
Banidos não, adaptados.
O nascimento do Sol Invictos foi substituído pelo nascimento de Jesus Cristo, o costume do presente entre amigos e parentes manteve-se no dia de Natal e a festividade com banquetes e bebidas transferiu-se para o 31 de dezembro, mas perdeu o significado agrário.
E o bolo rei?
A Epifania do Senhor era comemorada doze dias depois do Natal, em 6 de janeiro, que a Igreja Católica oficializou como Dia de Reis, e daí surgiu uma tradição que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos reis entre o Natal e esta data. E na França essa celebração ganhou status com a criação do bolo rei, no tempo de Luís XIV, para as festas de Natal e Dia de Reis.
A tradição da rainha e do rei da festa foi eternizado no quadro Fest des Bohnenkönigs ( O Rei da Fava) pintado por Jacob Jordaens, 1635-1640, em exposição no Kunst Historiches Museun Wien, na Áustria.

Em outra obra, Le Gâteau des Rois pintado por Jean Baptiste GREUZE em 1774, em exposição no Musée Fabre, na França, percebe-se a mesma tradição em família.

Com a Revolução Francesa, a iguaria ficou proibida por um tempo em razão do nome, mas os padeiros continuaram a confeccioná-lo mudando o nome para gâteau des san-cullottes.
Mas com o tempo o nome retornou e os franceses ainda conservam o hábito de comer o galette des rois e ainda vive na memória a brincadeira, quem achar a fava, será rei ou rainha!
LA GALETTE DES ROIS
Si tu trouves la fève dans la galette
Tu mettras la couronne sur la tête
Si tu n'la croques pas
Si tu n'l'avales pas
Alors ce sera toi
Qui sera la reine ou le roi !
E foi da França que Baltazar Castanheiro Junior trouxe a receita e a confeccionou pela primeira vez em Lisboa, na Confeitaria Nacional, em 1870. Daí em diante todas as confeitarias e pastelarias passaram a fazer o bolo rei, mas diz-se que só a Confeitaria Nacional tem a receita original, guardada a sete chaves, há mais de 180 anos.
Mas a receita trazida para Portugal é proveniente do sul do Loire, levemente diferente da galette des rois, guardando apenas a mesma essência, uma massa em círculo com frutas cristalizadas (lembrando uma coroa), perfumada e com uma fava dentro.
Quer conhecer um pouco mais da Confeitaria Nacional? Clica aqui.

Para visualizar outros post de Portugal:

Confeitaria Nacional de Lisboa

A Livraria mais antiga do mundo (em Lisboa)




18 de abril de 2015

Confeitaria Nacional em Lisboa



Em Lisboa um lugar bacana e cheio de história para se conhecer é a Confeitaria Nacional, na Praça da Figueira e que recentemente foi selecionada como uma das melhores e mais antigas doçarias da Europa.
Fundada em 1829 por Balthazar Roiz Castanheiro, que trouxe as receitas da doçaria conventual do Conselho de Trás os Montes, de onde era natural, fez prosperar seu comércio sendo eleito Juiz da Irmandade da Nossa Senhora da Oliveira, padroeira dos confeiteiros em Lisboa.
Seu filho Baltazar Castanheiro Junior ampliou o negócio e trouxe da França a fórmula secreta do bolo-rei, que é hoje o mais tradicional de Lisboa, embora outras doçarias a façam o da Confeitaria Nacional é única e utiliza a mesma receita de mais de 180 anos, uma receita original que é guardada a sete chaves.
Fonte: O Corvo
O sucesso tornou o lugar um ponto de encontro social e no salão de chá do andar superior reunia-se a nata lisboeta, além de artistas e políticos, para degustar a melhor oferta de quitutes, entre bolinhos de amêndoa e de ovos. O estabelecimento foi um dos primeiros a ter iluminação a gás e telefone, novidade que chamava a atenção.

Na mesma família há cinco gerações, a Confeitaria Nacional mantém a unidade decorativa e arquitetônica do prédio em que está há 180 anos, e tem-se adequado aos novos tempos, mantendo sempre a tradição e a sua própria história.

Em outubro de 1873, o Rei D. Luis I de Portugal assinou o alvará que tornou a Confeitaria Nacional fornecedora da Casa Real, condição que manteve até a implantação da República Portuguesa em 1910.

Em 1940, foi-lhe atribuído solenemente o estatuto de Casa Centenária da Associação Comercial de Lisboa, em cerimónia presidida pelo Presidente da República, Marechal Carmona.

Escolhi uma mesa próximo a janela para apreciar a linda vista da Praça da Figueira e da estátua equestre de D. João I. A arquitetura é digna de apreciação.

Para um lanche ou um café, com certeza é uma excelente opção.

E aí, quem resiste a tanta tentação?
Fonte: O Corvo

Confeitaria Nacional
Praça da Figueira, 18B, Baixa, Lisboa - Portugal

Para visualizar outros posts de Portugal:

O Bolo Rei e as Saturnálias (bolo tradicional)

A Livraria mais antiga do mundo (em Lisboa)

24 de março de 2015

Agenda Cultural para a Serra Catarinense (26 a 29 de março)


Vamos subir a Serra?

Neste fim de semana a Serra Catarinense estará em festa, pois acontecerá simultaneamente a 2ª Vindima de Altitude e Sabores de Altitude: Festival de Gastronomia SEBRAE.
Dois bons motivos para conhecer e desfrutar de paisagens maravilhosas, com campos e araucárias e de quebra conhecer as atrações da região.

A 2ª Vindima de Altitude, evento para celebrar a colheita de uva de altitude em Santa Catarina, será realizada em São Joaquim e contará com estandes de degustação ao lado da Igreja Matriz e apresentações culturais com mais de 20 atrações entre música instrumental e erudita, poesia e dança, com apresentação do Balé Bolshoi no dia 29, todos gratuitos.

Mas você pode ainda aproveitar para conhecer as vinícolas da região, com roteiros de degustação, que incluem passeio pelos vinhedos, almoço ao ar livre, jantar harmonizado, café colonial e apresentações culturais.
O projeto foi aprovado na Lei Rouanet, do Ministério da Cultura e conta também com o apoio do Governo do Estado, por meio por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte e da Santur.

Quer saber mais? Clica aqui; http://www.vindimadealtitude.com.br/


Já o Sabores de Altitude: Festival de Gastronomia SEBRAE ressalta a gastronomia da região que se destaca por ser um misto da culinária regional com toques contemporâneos e até internacionais. Dentre os pratos oferecidos haverá opções de truta, frescal de picanha e entrevero. O Festival contará com um guia impresso para facilitar a localização e a escolha dos restaurantes. Além dos pratos selecionados, os restaurantes possuem carta de vinhos com excelentes opções produzidas na região. O evento ocorrerá nos restaurantes participantes.



Já para ir adiantando, segue abaixo a lista das vinícolas participantes:
Quinta da Neve, de São Joaquim 
Santo Emílio Vinícola, de Lages
Villa Francioni, de São Joaquim
Villaggio Bassetti, de São Joaquim
Villaggio Grando, de Água Doce
Vinhedos do Monte Agudo, de São Joaquim
Vinícola Abreu Garcia, de Campo Belo do Sul
Vinícola D´Alture, de São Joaquim
Vinícola Hiragami, de São Joaquim
Vinícola Kranz, de Treze Tílias
Vinícola Leone di Venezia, de São Joaquim
Vinícola Pericó Vinhos, de São Joaquim
Vinícola Suzin, de São Joaquim

E a lista dos restaurantes:
Ático Restaurante – São Joaquim Park Hotel, em São Joaquim
Café da Serra e Bistrot, em Bom Jardim da Serra
Divino Grão Restaurante e Café, em São Joaquim
Du Karmo Bistrô, em São Joaquim
Restaurante Pequeno Bosque, em São Joaquim
Restaurante Vento Minuano Grill, em São Joaquim
Ristorante Toscano, em São Joaquim
Snow Valley Design Restaurant, em São Joaquim

E aí, vamos subir a Serra?

21 de março de 2015

Noite de queijos e vinhos na Aliança Francesa em Florianópolis



Março é mundialmente o mês da francofonia e a Aliança Francesa de Florianópolis, promoveu ontem uma noite de degustação de queijos e vinhos e eu e o marido fomos degustar os deliciosos queijos produzidos por Elizabeth Schober da Queijo com Sotaque e os vinhos trazidos por Ronan Kerrest da Confraria do Vinho Francês.

Entre os "alunos" estava Gilles de la Bourdonnaye, o Diretor da Aliança Francesa em Florianópolis.


Eu, Stanley, Ronan e Gilles
Entre um gole e outro, e um pedaço e outro de queijo, aprendemos mais sobre os queijos e vinhos franceses, em cada um provém de uma região, demos nota e aprendemos sobre harmonização.
Foi muito interessante!

Do Queijo com Sotaque provamos os tipos Camembert da região da Normandia, Reblochon da região dos Alpes, Tomme da região de Savoie , Saint Paulin e Comté da região do maciço do Jura e Gruyère, que na realidade é suiço!



Eu, Elizabeth e Stanley
E degustamos o Châteu de la Mallevielle Blanc Sec da região de Bergerac, Domaine Léon Boesh Riesling Les Grandes Lignes da região da Alsace, Château Moulin de Canhaut Cru Bourgeois da região de Medoc, Bordeaux e Domaine Roche - Audran Côtes du Rhône Rouge, da região de Côtes du Rhône.


Não sobrou nem uma gotinha...
Ficou com vontade? Para degustar os queijos e vinhos, entre em contato com Elizabeth ou Ronan e saiba onde ocorrerão as próximas ou agende a sua degustação. Os eventos ocorrem em conjunto ou separadamente.

A França possui mais de 300 tipos de queijo, e cada qual de sua região e é atualmente o maior país produtor de vinho do mundo, mas também consome 14% da produção mundial.


Realmente, é a terra do pão, vinho e queijo. E precisa mais?


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